Os benefícios emocionais são a base sobre a qual as marcas são construídas
Fatores emocionais e psicodinâmicos influenciam fortemente a seleção de marcas e a lealdade do consumidor. Mesmo no atual clima econômico, muito sensíveis ao preço, a imagem de uma marca vai além de seus benefícios funcionais.
Toda marca cria uma imagem particular na mente do consumidor, e essa imagem varia de acordo com o indivíduo. Membros de um determinado público podem comprar um produto porque os faz sentir ricos, enquanto outros membros se sintam mais inteligentes.
Em geral, os consumidores compram produtos cuja imagem é consistente com a visão positiva de si mesmos – auto imagem – ou a imagem a que aspiram.
O componente essencial do caráter de uma marca vai além de slogans de propaganda e embalagem de produtos. O fator que mais influencia os hábitos de compra é muitas vezes desvalorizado na relação entre produto e consumidor, explica Sharon Livingston em Branding Strategy Insider.
O consumidor se envolve com um produto quando sente que este traz algo de positivo para o relacionamento. Quando o produto é mais negativo do que associado a valores positivos, a relação tende a quebrar. As pessoas gostam de se envolver com pessoas ou objetos de “sucesso” para, assim, lucrar com seu êxito.
Para construir relacionamentos bem sucedidos entre marcas e clientes, as empresas devem compreender os valores do seu público-alvo. É estes valores e benefícios emocionais que constituem a relação de lealdade do consumidor à marca.
Florian Haller, diretor da agência
O vídeo promocional da Nokia com o título Nokia Gulp foi todo desenvolvido com a técnica de stop motion, onde são feitas animações quadro a quadro, ou seja, foto por foto.
1 milhão de visualizações em apenas dois dias no ar. Esta foi a marca que o comercial da Nissan “Pôneis Malditos” conseguiu; além de ser um dos assuntos mais comentados no Twitter durante todo o final de semana. A propaganda brinca com a potência do motor, enquanto os concorrentes possuem pôneis, a Nissan possui cavalos.
Pois é, aconteceu mesmo, e foi realizado pela primeira vez no mundo no Jornal O Estado de São Paulo. Depois do 


